120 mil agressões contra idosos por ano.
veja + http://www.brasilwiki.com.br/noticia.php?id_noticia=41014
PARA GARANTIRMOS UMA TERCEIRA IDADE SAUDÁVEL É PRECISO TOMARMOS ALGUMAS MEDIDAS PREVENTIVAS: EXEMPLOS: *** ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL *** EXERCÍCIOS FÍSICOS *** E MANTER A MEMÓRIA EM DIA NESSE BLOG IREMOS JUNTOS DESCOBRIR O QUE FAZER PARA ENVELHECER COM DIGNIDADE. SEJAM BEM VINDOS(AS).
Uma grande preocupação para nós são os nossos pais e agora chegou a hora de retribuir a dedicação deles
O que fazer com nossos pais quando envelhecem. A velhice pode chegar tranqüila ou com doenças típicas da fase, como Parkinson e Alzheimer.
Alguns filhos se desdobram aos contratempos da vida. Temos que estar preparados para o que possa vir junto com a idade e com isso nossos pais viram nossos filhos. A realidade pode ser dura, mas eles tendo o nosso apoio tudo será mais fácil.
Como cuidar do meu idoso? Esse assunto deve ser discutido com os pais e filhos. É uma conversa muito importante para ter uma solução para o problema. Fazer um planejamento prévio seria o ideal mas se você foi pego de surpresa tente organizar as situaçães de um jeito que eles não se sintam um peso em sua vida.
http://todaperfeita.com.br/cuidados-especiais-com-os-idosos/
“Aids não tem idade, prevenção também não”. Este foi o slogan do Dia 1 de Dezembro/2008 – Dia Mundial de Luta Contara Aids – é o tema que o mundo abordará até dia 30 de novembro de 2009. A campanha chama a atenção dos segmentos sociais para o avanço da doença na terceira idade. O Brasil é dos poucos países onde o aumento de números de idosos com HIV-aids cresce a cada dia. Essa tendência contraria a estabilização da pandemia no Brasil desde 2002.
Quando o assunto é idoso, o desafio é maior para saúde publica!
Segundo dados da OMS (Organização Mundial de Saúde) a população que era de 3.6 elevou-se para 7.1 por 100 mil habitantes entre 1996 a 2006, o que lamentavelmente representa um aumento de 50% das pessoas acima de 50 anos. Podemos citar alguns fatores que colaboram para justificar o crescimento neste determinado grupo como: envelhecimento da população, aumento da sobrevida de quem vive com HIV-aids, acesso a distribuição de medicamentos que faz com que as pessoas tenham uma qualidade de vida maior e melhor para as disfunções eréteis que prolonga a sexualidade dos idosos. Existem hoje, medicamentos específicos a disposição desta categoria como Viagra e a Reposição Hormonal que possibilita uma vida sexual ativa, e aí cai por terra o mito e a cultura enraizada de que pessoas de uma determinada faixa etária não faz sexo!
O que possibilita o aumento da doença entre idosos é o fato de que eles iniciaram a vida sexual antes do surgimento da AIDS e não conseguem acolher, administrar ou admitir a possibilidade de contrair o vírus em uma relação sexual. Assim, dificultam a interiorização de adequar e se familiarizar com o único meio de não contrair o vírus, que é a proteção de um sexo seguro com o uso da camisinha.
Outros fatores fazem com que idosos não utilizem preservativos: é algo que foi pouco utilizado ao longo de suas vidas; existe dificuldade técnica na utilização; há o medo da perda de ereções. De uma maneira geral a terceira idade conhece a camisinha apenas como anticonceptivo – e não como proteção contra doenças.
A sobrevida da população é um marco que avança a cada dia, o que reforça esta incidência, e deixa toda categoria da saúde publica e a sociedade civil em alerta. Este quadro sinaliza a dificuldade de controle, e aumenta o número de infectados em todo mundo, uma vez que proteção não tem idade e aids também não.
É necessário reforçar a intencionalidade de se fazer presente o uso da camisinha em todas as relações sexuais, seja: oral, anal ou vaginal. É imprescindível que se argumente a sexualidade nas e escolas, universidades, nos centros comunitários e em todos os segmentos da sociedade de uma maneira responsável, mostrando a gravidade da síndrome da imunodeficiência adquirida e a responsabilidade de todos nós que temos uma vida sexual ativa.
Nunca é demais abordar que a aids não tem cara, e que ela é uma doença democrática que não escolhe cor, clero, raça ou condição social. Que não existe grupo de risco e sim, comportamento de risco.
Outra preocupação crescente é em relação ao diagnóstico da doença, que muitas vezes é tardio. No início da infecção o paciente aparenta saúde, e não sinaliza a sorologia positiva para o HIV/AIDS, o que dificulta o diagnóstico precoce, até porque a maioria da população brasileira não tem acesso a uma medicina preventiva. E quando as doenças oportunistas se manifestam como tuberculose e pneumonias há uma rejeição à probabilidade da presença do vírus. Há também atribuição errônea de sintomas como fadiga e perda de peso ou de memória. Por este ângulo percebemos que a última coisa que o idoso pensa, é que está com Aids. Para um diagnóstico eficaz é necessário procurar um especialista. É ele vai indicar corretamente os exames que devem ser feitos e posteriormente, iniciará o tratamento compatível.
No universo da terceira idade existe outras doenças sexualmente transmissíveis, ou venéreas que vem aumentando a cada dia, dentre elas a gonorréia, herpes, hepatites, candidíase e outras infecções graves.
A XVII Conferência Internacional de Aids ocorrida no México, em agosto de 2008 ( a primeira realizada na América Latina) foi marcada por uma série de manifestações de ativistas de várias partes do mundo que discutiram sobre discriminação, preconceito e a luta para medicação mais aqui cessível (o Brasil e um dos poucos que oferece esses medicamentos gratuitamente). Os ativistas cobraram das autoridades presentes campanhas maiores, e continua de prevenção a doença!
Neste encontro não houve nenhuma descoberta cientifica importante das que já estão em evidencia no mundo. Um dos focos em pauta foi o índice de contaminação de pessoas acima de 50 anos pelo HIV. E estando a frente de uma entidade que acolhe, assiste e defende os interesses das pessoas que vivem com HIV/Aids, me sinto na obrigação de evidenciar este fato, colocando o leito frente a uma realidade que cresce assustadoramente, e é factual.
“A prevenção com o uso da camisinha e a solidariedade com quem está doente são as melhores armas na luta contra a doença”!
VAMOS ABORDAR HJ O QUE ´E ARTROSE?
"Os anos não chegam sós. E a artrose, uma doença reumática, é uma dessas companheiras que tornam-se inseparáveis a medida que aumentam o número de velinhas a serem apagadas. Entretanto, a prevenção pode contribuir retardando sua aparição."
O que é artrose?
"A artrose é um processo degenerativo de desgaste da cartilagem, que afeta sobre tudo as articulações que suportam peso ou as que fazem movimentos em excesso, como por exemplo as cadeiras, os joelhos ou os pés", destaca a Dra. Diana Dubinsky, médica reumatologista do Centro Antirreumático do Hospital de Clínicas, de Buenos Aires.
Esta doença vincula-se ao envelhecimento das articulações, ligado ao passar do tempo. Inicia-se, em geral, a partir dos 40 ou 45 anos. Porém, também pode aparecer de forma precoce como conseqüência de traumatismos ou problemas congênitos que afetem a articulação. Por exemplo, a displasia da cadeira é uma malformação congênita da articulação, este é um fato que predispõe a uma artrose precoce.
Em geral, o envelhecimento e a sobrecarga da articulação fazem com que a cartilagem se desgaste e perca agilidade e elasticidade. Os sintomas da artrose são a dor e a limitação da função articular. A limitação do movimento deve-se ao fator mecânico: as superfícies articulares, em vez de estarem acolchoadas pela cartilagem, tornam-se rugosas e atritam-se.
Artrose é o mesmo que artrite?

- Protege e impede que você tenha alguma coisa de complicação, como a pneumonia. [...] A aplicação é rápida, não dói e sugiro que todo mundo enquadrado nessa questão da vacina faça.
A imunização ocorreu no posto médico do Palácio do Planalto e a imprensa foi chamada para Dilma fazer o apelo pela vacinação.
Além de idosos acima de 60 anos e populações indígenas, a campanha desse ano inclui gestantes e crianças de seis meses a dois anos e profissionais da saúde.
O Ministério da Saúde disponibilizou mais de 30 milhões de doses em todos os postos de saúde do país que receberão o público-alvo gratuitamente até o dia 13 de maio. Os demais interessados poderão se vacinar em clínicas particulares.
A dose combate três tipos da doença, incluindo a gripe H1N1, popularmente conhecida como suína. No ano passado, quando o mundo ainda vivia uma pandemia (epidemia em nível global) desse tipo de gripe, houve uma campanha de vacinação específica contra o H1N1. Em 2011, esse vírus foi incluído na mesma vacina que protege contra a gripe comum. Essa foi uma recomendação da OMS (Organização Mundial da Saúde).
fonte R7
Gabriela Gasparin Do G1, em São Paulo
Os idosos estão mais confiantes no mercado acionário brasileiro do que os jovens neste começo de ano, período em que o Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), acumula baixa – o recuo no índice era de 1,8% até o dia 30 de março. Nos dois primeiros meses de 2011, enquanto a Bovespa registrou queda no número de investidores com idade entre 16 e 35 anos em relação ao mesmo período de 2010, as pessoas com mais 66 anos foram as que apresentaram maior crescimento, seguidas por aquelas na faixa dos 56 aos 65 anos.
Em fevereiro de 2011, havia cerca de 70 mil investidores com mais de 66 anos registrados na bolsa, o maior patamar dos últimos dois anos (excluindo janeiro deste ano, que teve o mesmo resultado) e 23% a mais do que os 56 mil do mesmo mês do ano anterior.
| Até 15 anos | 2.163 |
| De 16 a 25 anos | 26.634 |
| De 26 a 35 anos | 153.511 |
| De 36 a 45 anos | 136.415 |
| De 46 a 55 anos | 120.005 |
| De 56 a 65 anos | 91.837 |
| Acima de 66 anos | 69.776 |
No mesmo intervalo, o número de investidores com idade entre 16 e 25 anos caiu de 30 mil para cerca de 27 mil, recuo de 13% e o menor resultado em dois anos (também excluindo janeiro, que teve mesmo patamar). A faixa dos 26 aos 35 anos apresentou leve queda e, dos 56 aos 65, alta de 18%. Em janeiro ante o mesmo mês de 2010, a movimentação foi parecida (veja na tabela abaixo).
“A bolsa vacila, mas quem aplica em bolsa não pode pensar a curto prazo”, afirma o aposentado José Lui, de 75 anos, justificando o motivo pelo qual revolveu investir em ações, há cerca de cinco anos.
O aposentado, que ainda está na ativa e trabalha como gerente de uma empresa de São Paulo, diz que entrou no mercado acionário incentivado pela mulher, a também aposentada Rosegleyde de Souza Rocha, de 66 anos.
Quando se aposentou, cerca de 10 anos atrás, Rose criou um clube de investimentos com ex-colegas de trabalho, “mais para passar o tempo”, diz. Na época, o marido não colocou muita fé no negócio. “Nem ela falava em bolsa antes disso”, justifica.
Alguns anos depois, contudo, após acompanhar os resultados dos investimentos, deu-se por vencido e começou a aplicar parte das reservas em ações. “Apesar de antes eu não acreditar na bolsa, ela me convenceu. Eu vi que havia resultado”, afirma.
Iniciado com 14 pessoas, atualmente o clube tem cerca de 70 participantes, incluindo maridos das aposentadas que tiveram a iniciativa.
"Particularmente, acho que é uma forma de trabalhar o dinheiro de uma maneira diferente, diversificando as economias (...). Vivemos um bom tempo na época da inflação e eu nunca tinha pensado nisso antes”, conta Rose, que é a responsável por fazer as transações do marido e também fica à frente do clube de investimentos.
"Mesmo com a queda de 2008, recuperamos o que perdemos a partir de 2009", diz. Com o dinheiro, o casal pensa em fazer uma viagem.
Idosos aumentam participação
Apesar de os jovens ainda serem a maioria entre o total de investidores pessoa física da bolsa, a participação vem caindo nos últimos anos.
Em fevereiro deste ano, a faixa etária com maior participação era a de pessoas entre 25 e 36 anos, com 153 mil dos cerca de 600 mil investidores pessoa física, ou 26% do total. Os idosos com mais de 66 anos representavam 12%.
Em 2009, entretanto, a faixa de 25 a 36 anos tinha 29% de participação, contra 10% das pessoas com mais de 66 anos.
Mais endinheirados
Além de estarem ganhando espaço com relação ao número de investidores, os idosos também são responsáveis pelo maior volume dos investimentos realizados pelas pessoas físicas na Bovespa. Em fevereiro deste ano, dos cerca de R$ 110 bilhões movimentados pelas pessoas físicas, um total de R$ 40 bilhões, 37%, estão em nome de investidores com mais de 66 anos, seguidos pelos de 56 a 65 anos, com R$ 25 bilhões, 23% do total.
“Esse tipo de investidor [os idosos], pela própria idade, já tem um patrimônio consolidado e, apesar de ser mais conservador, tem poder de absorção de eventuais perdas maior do que o investidor de 25 anos”, diz o especialista em finanças pessoais Ricardo Cintra, professor da Trevisan Escola de Negócios.
Foi justamente com o dinheiro que acumulou trabalhando como supervisor de custos industriais que Dorival de Oliveira, de 61 anos, resolveu começar a investir em ações, há cerca de três anos. “Quando me aposentei, comecei a mexer com isso (...). Hoje assumo como uma profissão. Fico o dia inteiro no computador, uso todo o tempo disponível”, revela.
Oliveira explica que faz operações “day trade” (compra e venda de ações no mesmo dia) pelo home broker (sistema que permite à pessoa física operar na bolsa pela internet). Quando perde em um dia, tenta recuperar no seguinte.
“A bolsa é assim, um dia ganha, outro perde (...) Mas com o tempo fui ficando mais confiante. Antes [quando perdia] eu ficava preocupado. Agora, a gente sabe que o mercado tem o sobe e desce”, diz, completando que monitora os acontecimentos pela internet. Com as operações na bolsa, Oliveira conta que aumenta a renda mensal em cerca de 80%, lembrando que a aposentadoria “não é lá aquelas coisas”.
Bovespa busca todos
Apesar do crescimento da presença de idosos, a Bovespa quer aumentar o número investidores pessoa física em todas as faixas etárias. Desde 2002, a bolsa tem um programa de popularização que busca trazer novas pessoas ao mercado de ações. De lá para cá, o número de investidores pessoa física saltou de 85 mil para os atuais 600 mil – houve uma queda de cerca de 10 mil neste ano, puxada pela saída dos investidores novos (veja evolução no gráfico acima).
“Os programas de popularização são para todos os tipos de público. O primeiro princípio que trabalhamos é que não precisa de muito dinheiro para investir (...). A bolsa é para todos, mas temos que pensar nela a longo prazo, para formação de patrimônio”, afirma Patrícia Quadros, gerente dos programas de popularização da bolsa.
Entre as ações do programa para atrair novos investidores estão cursos online e presenciais, além de programas focados em públicos direcionados, como o infantil e o feminino.
A meta, segundo o diretor presidente da BM&FBovespa, Edemir Pinto, é atingir 5 milhões de investidores pessoa física até o final de 2014. Há, ainda, o objetivo de trazer mais 200 companhias no mesmo prazo - até fevereiro, eram 467 empresas listadas.
De acordo com o presidente, contudo, um dos maiores desafios da bolsa é lidar com o medo do investidor de perder dinheiro. Para ele, o aumento da participação dos investidores pessoa física não depende só de ações da bolsa, mas sim do crescimento da economia em geral. Até o último dia 23, as pessoas físicas correspondiam a 22% do total de investidores na Bovespa.
Aposta do mercado
Para o consultor do mercado de ações Luis Abdal, que trabalhou na Bovespa por 16 anos e foi um dos responsáveis pela criação do programa de popularização, o aumento do número de idosos surpreende. “As corretoras têm investido mais em jovens, no home broker”, diz.
Na avaliação de Abdal, a saída dos mais novos neste começo de ano pode ser justificada por esse grande investimento das corretoras no home broker, que acabam deixando um pouco de lado o suporte ao investidor. “As corretoras deveriam se diferenciar pela prestação de serviço”, sugere.
Para Abdal, os mais velhos costumam ter uma orientação maior por parte das corretoras. “Tem a mesa de orientação que atende esse pessoal mais velho. O cara que tem home broker pode ter entrado com pouco dinheiro, pode ter perdido e saiu”, supõe.
Já o professor Ricardo Cintra tem uma percepção um pouco diferente e acredita que as corretoras estão enxergando o mercado de idosos, que são mais endinheirados. “As corretoras têm investido bastante nesse publico. Isso vem sendo desenhado aos pouquinhos”, avalia.
Experiência
Para Tércia Rocha, consultora da Bovespa, um dos motivos que atrai idosos para a bolsa é a facilidade de acesso às informações, que “ajuda os investidores a estarem mais confortáveis nos investimentos”. “As mulheres maduras estão interessadas em como investir e gerenciar o patrimônio (...) e viver dos rendimentos sem o famoso medinho, que é fruto de desconhecimento”, diz.
Erika Izabela Hajdu, de 74 anos, diz que perdeu esse medo. Após uma experiência ruim, quando chegou a perder todo o investimento, voltou a apostar no mercado financeiro já aposentada, há mais de dez anos, e garante que foi uma boa escolha. Com os conselhos de uma consultora, mantém uma carteira com ações de 11 empresas.
De 2008 para cá, Erika acumula perda nas ações, que já representaram 50% de seus investimentos e, com a baixa, hoje significam 34%. “Quando começamos sabíamos que iríamos aguentar o rojão que viesse. Não era expectativa de tirar para já. A gente espera recuperar”, diz.
Com 24 anos, o administrador Marcos Huji Yaginuma é um dos jovens que, apesar de prejuízos neste começo de ano, mantém a esperança de tempos melhores. Ele começou a investir em ações em 2007, quando muitas empresas fizeram oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês). “Os IPOs estavam fazendo bastante sucesso, com rentabilidade bem grande. Na época, tive bastante sucesso, 25% na primeira semana”, lembra.
Atualmente, Yaginuma revela comprar alguma coisa quando acha conveniente, afirmando que já perdeu muito dinheiro, mas nada comparado ao que ganhou. “Neste ano já perdi 20%, 30%. Pode ser muito pesado, mas espero que melhore, né!
fonte G1